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Quercus dá parecer negativo ao PP do Parque Alqueva


8.º ANO CIÊNCIAS NATURAIS - 2.2. Protecção e conservação da Natureza

Investimento turístico de quase mil milhões
Quercus dá parecer negativo ao Plano de Pormenor do Parque Alqueva
27.08.2007 - PÚBLICO.PT / Lusa


António Carrapato/PÚBLICO (arquivo)

O projecto é lo empresário José Roquette, e classificado como de Potencial Interesse Nacional (PIN)


A associação ambientalista Quercus revelou hoje ter dado parecer negativo ao Plano de Pormenor do Parque Alqueva, projecto turístico para Reguengos de Monsaraz, nas margens da albufeira de Alqueva, com um investimento de quase mil milhões de euros.

O Plano de Pormenor do empreendimento, da responsabilidade da Sociedade Alentejana de Investimentos e Participações (SAIP), liderada pelo empresário José Roquette, e classificado como de Potencial Interesse Nacional (PIN), esteve em discussão pública até hoje.

Em comunicado, a Quercus alerta para os “impactos negativos” do projecto, enumerando o abate de montado de azinho, a água necessária para os campos de golfe e o número “excessivo” de camas turísticas a criar.

O empreendimento vai ocupar três herdades, num território de mais de dois mil hectares, prevendo sete hotéis, quatro campos de golfe, aldeamentos turísticos, clube de golfe, Spa, restaurante, bar, salas para reuniões e espaço social e centro equestre.

Número de camas considerado excessivo

Campo de férias, praia fluvial, porto de recreio, agricultura biológica, quinta pedagógica, observatório de avifauna e percursos de observação da natureza, centro desportivo, campo multiusos, anfiteatro e parque de actividades ao ar livre são outras das valências.

A Quercus realça hoje que a construção “poderá atingir as 17 mil camas”, destacando que, na área que mais confronta com a albufeira de Alqueva, a Herdade do Roncão del Rey, afecta à Fundação Casa de Bragança, estão previstos, por exemplo, “três hóteis e aldeamentos turísticos para cerca de 5800 camas”.

Uma situação que qualifica de “inaceitável”, dada a “enorme pressão” que irá causar sobre a área da albufeira, considerando também “excessivo” o número total de camas anunciado.

Os ambientalistas alegam que esta situação “vai provocar um aumento da pressão humana sobre a área, os habitats, a flora e fauna autóctones”, podendo também contribuir para a “degradação da qualidade da água” de Alqueva.

Montado de azinho será abatido

Dirigindo críticas ao novo Plano de Ordenamento das Albufeiras de Alqueva e do Pedrógão (POAAP), em vigor desde 2006 e “feito à medida do interesse dos privados”, a Quercus assegura que o projecto vai afectar “manchas de montado de azinho”.

“A construção de vários aldeamentos turísticos, com centenas de hectares de campos de golfe na zona, será efectuada à custa, sobretudo, do abate de grandes áreas de montado de azinho adulto e em bom estado vegetativo”, critica.

Os ambientalistas lembram o papel dos montados de sobro e azinho no combate à erosão e à desertificação territorial, para reclamar a conservação desses povoamentos, protegidos pela lei, garantindo que o Governo “não pode” reconhecer a “imprescindível utilidade pública” de empreendimentos turísticos privados nessas áreas.

Golfe consome muita água

As “grandes quantidades de água” necessárias para os campos de golfe” são outro aspecto negativo apontado.

Aludindo às “graves carências” desse recurso no futuro, a Quercus considera que o golfe não é uma actividade desportiva “estratégica, nem fundamental”, para o desenvolvimento da região.

Apesar de reconhecerem que as medidas de minimização ambiental que o projecto prevê são “interessantes e mesmo inovadoras”, os ambientalistas dizem acreditar que as mesmas serão “insuficientes, face à elevada carga humana que se pretende instalar” na zona.

“Os impactes cumulativos nestas três herdades não podem ser vistos de forma isolada. Há que lembrar que toda esta área já sofreu um impacte significativo com a instalação da albufeira e que há mais pretensões de urbanização em toda a sua envolvente, as quais não estão ainda acauteladas”, acrescenta a Quercus.


O parecer da Quercus

Quarta Aug 29, 2007 18:16 / netxplica.com

"Levianos e sem fundamento"
Câmara de Reguengos de Monsaraz contesta argumentos da Quercus contra Parque Alqueva
28.08.2007 - PÚBLICO.PT / Lusa


António Carrapato/PÚBLICO

O empreendimento turístico foi projectado para a zona da albufeira de Alqueva


O vice-presidente do município de Reguengos de Monsaraz, José Gabriel Calixto, refutou hoje os argumentos da associação Quercus no parecer negativo dado ao projecto do Parque Alqueva, qualificando-os como "levianos e sem fundamento".

"Não houve nenhuma tentativa da Quercus, durante a discussão pública do plano de pormenor do projecto, em validar esta argumentação com o município e com os promotores", afirmou.

José Gabriel Calixto reagia ao parecer negativo, mas não vinculativo, da associação ambientalista Quercus ao Plano de Pormenor do Parque Alqueva, cuja fase de discussão pública terminou ontem.

O empreendimento turístico, projectado para a zona da albufeira de Alqueva, no concelho de Reguengos de Monsaraz, é da responsabilidade da Sociedade Alentejana de Investimentos e Participações, liderada pelo empresário José Roquette, e envolve quase mil milhões de euros de investimento.

Para justificar o seu parecer negativo, devido aos "impactos negativos" do projecto, a Quercus refere a necessidade de abate de montado de azinho, as "grandes quantidades de água" para os campos de golfe e o número "excessivo" de camas turísticas, que rondarão as 17 mil.

Em relação à água necessária para os campos de golfe, José Gabriel Calixto assegurou que, segundo define o próprio plano de pormenor, a irrigação será feita com recurso a águas residuais tratadas.

"A empresa multimunicipal Águas do Centro Alentejo tem, neste momento, 13 milhões de euros de investimentos em redes de abastecimento de água em alta e de tratamento de efluentes, para equipar as aldeias ribeirinhas com estações de tratamento de água", afirmou.

Quanto às 17 mil camas, o autarca salientou que o projecto vai decorrer "ao longo de duas décadas", não sendo uma meta de curto, nem de médio prazo: "Até parece que todas essas camas vão surgir já amanhã".

O autarca também salientou que o Parque Alqueva "não vai afectar as Reservas Ecológica ou Agrícola, nem a Rede Natura 2000".

"Houve um levantamento de todas as árvores existentes nas herdades, para se saber o seu estado de saúde e localização. Mesmo que sejam abatidas algumas doentes, vão ser plantadas mais de 20 mil azinheiras saudáveis", afiançou.

O plano de pormenor do Parque Alqueva — cujas obras deverão arrancar ainda este ano — tem ainda de obter parecer final da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, seguindo depois para homologação pelo Conselho de Ministros.

Quarta Aug 29, 2007 18:18 / netxplica.com

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