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Dez espécies em alerta vermelho


8.º ANO CIÊNCIAS NATURAIS - 2.2. Protecção e conservação da Natureza

Dez espécies em alerta vermelho
18 JAN 07 - Cristina Pombo / EXPRESSO ONLINE

O programa EDGE considera prioritário o salvamento destas dez espécies, a começar pelo golfinho do rio Yangtze.



DR
Golfinho do rio Yangtze – Vive no rio Yangtze, China. Nos anos 80 existiam apenas 400 exemplares. Apesar de alguns habitantes da zona afirmarem ter avistado 13 golfinhos em 2006, uma expedição organizada no Outono passado não encontrou nenhum exemplar.


DR
Equidna-de-bico-longo – Vive nas florestas húmidas da Papua, Nova Guiné. Este animal nocturno e insectívoro é um dos poucos mamíferos que põe ovos e foi descoberto pelo naturalista britânico Richard Attenborough. A razão principal do seu declínio parece ter sido a caça tradicional.


DR
Hispanian Solenodon – Pequeno mamífero insectívoro parecido com um rato. Vive no Haiti e defende-se dos predadores através da sua saliva venenosa.


DR
Camelo-bactriano – Quase todos os animais desta espécie foram domesticados pelas populações do leste da Ásia. Segundo os últimos dados só deverão existir 400 exemplares a viver na Mongólia e outros tantos em Xinjiang.


Zoologial Society of London
Hipopótamo pigmeu – Animal solitário e tímido, com hábitos menos aquáticos dos do hipopótamo comum. Só resta uma dezena de exemplares na Libéria.


Zoologial Society of London
Loris – Os grandes olhos destes pequenos primatas permitem-lhes caçar insectos durante a noite. Vivem no Sri Lanka e sofrem a ameaça da destruição dos seus habitats. A sua carne é também usada na confecção de medicamentos tradicionais.


DR
Antílope Hirola – Ruminante que vive em planícies secas, na fronteira entre o Quénia e a Somália. Estes animais estão praticamente extintos, principalmente por culpa do homem que os caça para lhes extrair os valiosos cornos. A população reduziu drasticamente nos últimos 30 anos, de 14 mil exemplares para 600.


DR
Musaranho-elefante – Pequeno roedor africano, com um nariz semelhante a uma tromba de elefante que lhe facilita a tarefa de caçar insectos. É muito veloz, chegando a atingir uma velocidade de 25 km/h. A destruição do seu habitat natural é a principal ameaça que enfrenta.


DR
Morcego bumblebee – É o mamífero mais pequeno do mundo, com 30 a 40 mm de comprimento e pesa aproximadamente dois gramas. Pode ser encontrado em grutas na Tailândia e Myanmar.


DR
Rato de orelhas longas – Pequeno roedor que vive nos desertos asiáticos, China e Mongólia, e se desloca de forma semelhante aos cangurus.

Segunda Jan 22, 2007 14:03 / netxplica.com

Sociedade londrina lança alerta vermelho
Dez espécies em risco de extinção
18 JAN 07 - Cristina Pombo / EXPRESSO ONLINE


Alguns dos animais mais raros do planeta estão à beira da extinção. Samuel Turvey, da Sociedade Zoológica de Londres, revelou ao EXPRESSO o que torna estas espécies únicas no mundo.


Zoological Society of London
O Loris, habitante das selvas tropicais da Índia e Sri Lanka, é um dos animais protegidos pelo programa EDGE


Em nome da preservação das espécies, a Sociedade Zoológica de Londres (SZL) lançou recentemente o EDGE (Evolutionarily Distinct and Globally Endangered), um projecto ambiental que visa proteger os animais mais raros do planeta.
Das 564 espécies referidas como únicas no mundo inteiro – quer pela riqueza genética que os caracteriza, quer pela escassez de exemplares ainda vivos – o EDGE seleccionou as 100 que podem estar mais próximas da extinção. O apoio à conservação destes animais e à recuperação dos seus habitats pode ser feito através de donativos, no site da EDGE (ver relacionados no fim deste texto).
Os cientistas que dão corpo ao projecto decidiram ainda eleger as dez espécies em alerta vermelho, que enfrentam um risco elevado de desaparecimento. “Todos eles são animais únicos. Se desaparecerem não restará nada semelhante sobre a face da Terra. A sua perda seria como a destruição da 'Mona Lisa', para a pintura”, sublinhou Jonathan Baillie, um dos cientistas da Sociedade Zoológica londrina.
Samuel Turvey, membro da SZL, também ele ligado ao programa de conservação de animais em risco, participou recentemente numa expedição à China para tentar resgatar o golfinho do rio Yangtze, uma espécie que pode estar já extinta. O investigador britânico revelou ao EXPRESSO quem são os principais inimigos destas espécies, salientando ainda as consequências da sua extinção para o futuro ambiental do planeta (ver caixa).


QUATRO PERGUNTAS A SAMUEL TURVEY

Quais os factores que representam uma séria ameaça às espécies animais?
Hoje em dia, todas as espécies em perigo estão a ser conduzidas para a extinção pela actividade humana. Apesar da extinção ser um processo natural e parte essencial e necessária da evolução, as taxas antigas reveladas por registos fósseis são muito mais baixas que as taxas de extinção actuais. Hoje, elas são mil vezes superiores.
A destruição de habitats e o sobreaquecimento são as maiores ameaças, não só para as espécies da EDGE, mas também para outras espécies em risco.

Quais as consequências para o planeta do desaparecimento das espécies em risco?
Os mamíferos da EDGE englobam os maiores e mais pequenos mamíferos vivos do mundo – a baleia azul e o morcego bumblebee –, os poucos golfinhos de água doce e os únicos mamíferos que conseguem injectar veneno através dos seus dentes, como as cobras. Se todos morrerem, o mundo pode perder uma enorme quantidade de história e potencial evolutivo, porque haverá uma grande limitação da diversidade mamífera. Para dar um exemplo extremo, imagine-se o mundo apenas com ratos.
Algumas espécies da EDGE, aparentemente insignificantes, podem ser ecologicamente importantes. Por exemplo, o rato canguru alimenta-se de fungos subterrâneos e espalha as sementes pela floresta em que vive. Dado que estes fungos são úteis para muitas espécies de árvores, no seu processo de absorção de nutrientes do solo, a morte daquela pequena espécie da EDGE provocaria uma alteração dramática na estrutura das florestas.

Que medidas devem ser tomadas para proteger as espécies ameaçadas?
As espécies da EDGE são ameaçadas por uma panóplia de factores e é por isso necessário implementar diferentes estratégias para as salvar. Uma das medidas mais importantes é, simplesmente, alertar para a sua existência. Elas têm sido negligenciadas pelos conservadores, sobretudo porque poucas pessoas sabem que elas existem ou que precisam de ser preservadas. Por exemplo, o golfinho do rio Yangtze, a espécie mais em risco, tem sido habitualmente ignorada pelo público em geral porque é confundida com uma outra espécie de golfinhos de rio, ou com o golfinho branco chinês – que na realidade são parentes muito distantes – ou porque poucas ouviram falar de golfinhos de rio.
Também é muito importante trabalhar com as populações locais, alertando-as para a necessidade da conservação de espécies EDGE ou de outras espécies ameaçadas. É preciso levá-las a aprender as interacções específicas entre os homens e a vida selvagem e a desenvolver estratégias de conservação específicas.

Qual é neste momento a espécie mais ameaçada?
O golfinho do rio Yangtze, que pode já estar extinto. Há quase uma década, realizaram-se uma série de estudos que apenas detectaram a existência de 13 exemplares em todo o rio. Eu regressei recentemente de uma expedição de dois meses a esse local e, infelizmente, não encontrámos nenhum exemplar. Isto é trágico, porque os conservadores sabiam que a espécie estava em acentuado declínio há décadas – provocado pelo equipamento de pesca legal e ilegal e pelo tráfego de barcos – e recomendaram repetidamente que a população reprodutiva fosse transferida para longe do rio principal, a fim de prevenir a sua extinção. Contudo, apesar das maiores organizações de conservação afirmarem que estavam empenhadas em tentar salvar a espécie, nenhuma delas providenciou qualquer fundo para permitir a criação de um programa de recuperação para o golfinho.
Foi permitido que esta espécie desaparecesse, quando muito mais poderia ter sido feito para salvá-la. Provavelmente nunca a teremos de volta. É a tragédia da conservação por excelência e uma desgraça internacional. Infelizmente, as espécies continuam a morrer e nós temos de trabalhar arduamente para prevenir mais extinções.

Segunda Jan 22, 2007 14:07 / netxplica.com

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