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HIV e sida entre consumidores de drogas injectáveis


9.º ANO CIÊNCIAS NATURAIS - 3.5. Opções que interferem no equilíbrio do organismo: droga

Relatório do Observatório Europeu das Drogas e da Toxicodependência
Portugal tem a maior prevalência de HIV e sida entre consumidores de drogas injectáveis
23.11.2006 - 09h46 Lusa, PUBLICO.PT


Miguel Madeira/PÚBLICO (arquivo)

O principal problema português continuam a ser os consumidores de drogas injectáveis

Portugal está novamente no topo da prevalência de HIV e sida entre os consumidores de drogas injectáveis, revela o Relatório Anual sobre a evolução das drogas na Europa do Observatório Europeu das Drogas e da Toxicodependência (OEDT), que é hoje apresentado em Bruxelas.

O relatório de 2006 sobre A Evolução do Fenómeno da Droga na Europa que contém dados dos 25 Estados-membros, Noruega, Bulgária, Roménia e Turquia referentes a 2004.

Segundo os dados de 2004, Portugal continua a ser o país da União Europeia com maior prevalência de HIV (vírus de imunodeficiência humana) e de sida entre os consumidores de drogas injectáveis.

Terça-feira, a ONUSida indicava, no seu relatório relativo ao ano de 2006, que Portugal está a conseguir prevenir novas infecções na comunidade toxicodependente. O estudo indica que entre 2001 e 2005 o número de novos casos de HIV em consumidores de drogas injectáveis caiu 31 por cento e que os casos notificados passaram de 1247 para 857 em 2005. O principal motivo da vitória é a implementação de programas de "redução de danos" entre os utilizadores de substâncias injectáveis.

O relatório do OEDT

O documento do OEDT aborda "factos, números e análises" sobre a droga, a nível da Europa e por país, as "últimas tendências e respostas a nível jurídico, político e social" e tem como temas específicos "as políticas europeias em matéria de droga, diferenças de género, e consumo em contextos recreativos".

Canabis, cocaína, opiáceos, anfetaminas, ecstasy e drogas psicotrópicas são os temas principais de quatro capítulos que analisam o uso, as tendências, a oferta e o tratamento.

O relatório, traduzido para 23 línguas, aborda ainda as políticas e legislações, respostas para os problemas das drogas, doenças infecto-contagiosas, e mortes relacionadas com o consumo, bem como a monitorização do consumo problemático (toxicodependência) e policonsumo (várias substâncias).

O OEDT lança também hoje o Boletim Estatístico 2006. Estarão online mais de 300 quadros e gráficos estatísticos para apoio de grande parte das análises incluídas no relatório deste ano. O OEDT vai também disponibilizar no site geral do Observatório uma série de ficheiros áudio, em formato MP3, com comentários do director, Wolfgang Götd, sobre os principais destaques do relatório de 2006, a divulgar hoje.

Durante o dia, o OEDT vai ainda disponibilizar ficheiros MP3 sobre a conferência de imprensa do lançamento do relatório no Parlamento Europeu, em Bruxelas.


Relatório na íntegra
Boletim Estatístico 2006
Observatório Europeu das Drogas e Toxicodependência

Quinta Nov 23, 2006 11:38 / netxplica.com

Dados do Observatório Europeu da Droga relativos a 2004
Portugal no topo da tabela da UE de sida e VIH nos consumos injectáveis
23.11.2006 - 10h13 : Alexandre Ribeiro de Almeida, Agência Lusa / PÚBLICO.PT


Fernando Veludo/PÚBLICO (arquivo)

O aumento do consumo de cocaína é um dos motivos de preocupação do Observatório

Portugal continua a ser o país da União Europeia com maior prevalência de Sida e VIH entre os Consumidores de Droga Injectável (CDI), revela o relatório do Observatório Europeu da Droga hoje divulgado em Bruxelas.

Os dados do relatório sobre a "Evolução do Fenómeno da Droga na Europa" são referentes a 2004 e abrangem 25 Estados-membros da UE, da Noruega, Bulgária , Roménia e Turquia.

De acordo com o documento da agência europeia da droga, sediada em Lisboa, Portugal continua a ser "o país da Europa Ocidental com maior incidência de sida relacionada com o consumo de droga injectada, com 31 casos por milhão de habitantes em 2004".

"Nos quatro países da Europa Ocidental mais afectados pela sida, isto é, Espanha, França, Itália e Portugal, a incidência diminuiu desde 1996, aproximadamente, no casos dos três primeiros países, mas só a partir de 1999 em Portugal ", que, apesar disso, mantém na liderança desta cifra negra.

Contudo, na Letónia a incidência é semelhante, com 30 casos por milhão de habitantes, revela o OEDT.

Os dados de 2004 apontam Portugal como o país da Europa com maior número de infecções por VIH (Vírus da Imunodeficiência Humana) entre os CDI, com 98,5 casos por milhão de habitantes.

"Em Portugal, uma aparente diminuição dos novos casos de VIH diagnosticados entre os CDI é posta em causa pelos dados de 2004, que revelam uma incidência da infecção por VIH de 98,5 por cento dos casos por milhão de habitantes, a maior da UE", vinca o relatório do OEDT.

Os últimos dados do Centro de Vigilância Epidemiológica das Doenças Transmissíveis (CVEDT), do Instituto Nacional de Saúde, indicam que os toxicodependentes por via endovenosa representam 40,9 por cento dos casos de sida diagnosticados em 2005.

Cumulativamente desde 1998, os casos de sida associados à toxicodependência ascendem a 47,9 por cento do total dos notificados.

Quanto à infecção pelo VIH entre os CDI testados, o OEDT adianta que Portugal se mantém no topo da tabela, com Espanha, França, Itália e Polónia, entre os 12 e os 19,2 por cento.

O CVEDT indica que, a 30 de Junho de 2006, dos 29.461 casos de infecção pelo VIH notificados desde 1983 em Portugal o maior número corresponde a utilizadores de drogas endovenosas (45,5 por cento).

No que se refere às diferenças de género na prevalência do VIH entre os CDI testados, o OEDT refere que "os dados agregados da Bélgica, Estónia, Espanha, França, Itália, Luxemburgo, Áustria Polónia e Portugal produziram uma amostra de 124.337 homens e 20.640 mulheres, a maioria testados em centros de tratamento da toxicodependência ou equivalentes.

De acordo com a agência de informação sobre droga, "a prevalência global era de 13,6 por cento entre os homens e 21,5 entre as mulheres, com grandes diferenças entre países", sendo a feminina superior à masculina na Estónia, Espanh a, Itália, Luxemburgo e Portugal, enquanto a Bélgica mostra o oposto.

Apesar dos números, o OEDT considera que "na maioria dos Estados-membros, da UE, países da adesão e candidatos a prevalência de VIH entre os CDI "continua a ser baixa", calculando-se em cerca de um por cento ou menos na república Checa, Grécia, Hungria, Malta, Eslovénia, Eslováquia, Noruega, Bulgária, Roménia e Turquia e taxas de cinco por cento ou menos na maior parte dos países europeus .

No que se refere ao VIH, o Observatório sublinha que "a maior oferta de tratamentos de substituição na Europa a partir de meados da década de 90 parece ter contribuído de forma importante para reduzir a propagação epidémica do VIH entre os CDI e os problemas causados pelo consumo de heroína".

O OEDT estima que o número total de toxicodependentes em tratamentos de substituição na Europa ultrapasse o meio milhão e que cerca de um quarto a metade dos doentes com problemas derivados do consumo de opiáceos poder estar a receber um tratamento deste tipo.

Quanto à hepatite C, o OEDT dá conta que a prevalência da infecção entre os CDI "é elevada na Europa, embora se encontrem grandes variações entre os diferentes grupos analisados".

"Observou-se uma prevalência elevada, superior a 60 por cento, em algum as amostras de CDI recentemente sujeitos a análise na Bélgica, Dinamarca, Alemanha, Grécia, Espanha, Irlanda, Itália, Polónia, Portugal, Reino Unido, Noruega e Roménia - embora seja provável que, em termos gerais, os níveis de infecção dos CDI destes países sejam mais baixos", refere o Observatório.

A agência europeia destaca que os novos dados sobre consumo de heroína e de droga injectada realçam que se mantém a ameaça para a saúde pública, apesar do aumento de medidas de redução de risco na maioria dos Estados-membros.

O relatório hoje apresentado sublinha que, num futuro próximo, o consumo de heroína e o de droga injectada continuarão a constituir graves problemas de saúde pública na Europa, implicando custos a longo prazo nos sistemas de saúde.

"Os novos dados apresentados este ano põem parcialmente em causa a avaliação relativamente positiva destes comportamentos transmitida em 2005", conclui o OEDT.


Perfis país a país

Quinta Nov 23, 2006 11:42 / netxplica.com

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