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Por fim, ela e ele vão encontrar-se no espaço


10.º Ano GEOLOGIA - II. A Terra, Um Planeta Muito Especial

Por fim, ela e ele vão encontrar-se no espaço
05.08.2014 - Público.PT | TERESA FIRMINO

ESA

O núcleo do cometa revelado pela sonda Roseta é surpreendentemente irregular


Chegou o momento que muitos esperavam: a sonda Roseta alcança esta quarta-feira um cometa que viaja agora entre Júpiter e Marte.

Ela é uma sonda, ele um cometa. O encontro entre estes dois mundos está em vista há mais de 20 anos, incluindo dez de viagem, e irá esta quarta-feira concretizar-se, quando a sonda Roseta e o cometa 67P/Churiumov-Gerasimenko ficarem finalmente a 100 quilómetros um do outro. O encontro — o primeiro bem perto de um engenho humano com uma destas bolas de gelo e poeiras do início do sistema solar — dar-se-á muito longe de todos nós, ou não estivessem ambos a cerca de 540 milhões de quilómetros do Sol, numa órbita entre Júpiter e Marte. Depois, ela procurará saber tudo sobre ele até Novembro, altura de outro encontro inédito: um engenho mais pequeno, a bordo da Roseta, irá abandoná-la para pousar no núcleo do cometa.

Para não perder o encontro desta quarta-feira, a partir das 9h de Lisboa a Agência Espacial Europeia (ESA) irá transmitir tudo pela Internet aqui ou aqui, com palestras de cientistas e de outros responsáveis por esta missão espacial da Europa. E, claro, as imagens da aproximação da sonda ao núcleo do cometa, bem como as operações ligadas à missão, no Centro Europeu de Operações Espaciais da ESA, em Darmstadt, Alemanha.

Por cá, o acontecimento pode ser acompanhado no Centro Ciência Viva de Constância e no Planetário Calouste Gulbenkian Ciência Viva, em Lisboa. Em Constância, a astrofísica Cátia Cardoso, coordenadora de um programa educativo entre a agência Ciência Viva e a ESA, falará da missão Roseta, enquanto essa tarefa no planetário de Lisboa estará a cargo do investigador Pedro Machado, do Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa. “É uma missão única, visto que nunca nos aproximámos tanto de um cometa. Vamos aprender imenso sobre a física dos cometas e a formação do sistema solar”, antevê Cátia Cardoso.

Por volta das 10h, os dois locais portugueses farão ligações em directo ao centro de operações da ESA na Alemanha, e espera-se que, pouco depois, surjam nos ecrãs as primeiras imagens de alta resolução do núcleo do cometa.

É certo que não é a primeira vez que uma sonda observa de perto um cometa. A Giotto, da também da ESA, já nos tinha deslumbrado em 1986, quando ficou a 605 quilómetros do núcleo do famoso Halley e revelou a sua forma abatatada.

Agora, a Roseta já está mais perto do 67P/Churiumov-Gerasimenko, ou 67P como abreviadamente também é designado este cometa descoberto em 1969, do que a Giotto alguma vez esteve do Halley. Imagens da Roseta de 3 de Agosto revelavam que o núcleo irregular do 67P, agora já nítido e não uma mancha esborratada, estava a 300 quilómetros da sonda.

Na aproximação, a Roseta foi também fazendo medições da temperatura média do núcleo do cometa. É de 70 graus Celsius negativos, o que já permitiu saber que não está suficientemente frio para o cometa estar coberto de gelo e deve assim ter uma crosta escura poeirenta. “Isto não exclui a presença de manchas de gelo”, dizia há dias o cientista principal da câmara que fez as medições, Fabrizio Capaccioni, do Instituto Nacional de Astrofísica de Roma. E acrescentava que não tardaríamos a ter mapas pormenorizados das temperaturas.

Para trás, ficou uma viagem de dez anos desde o lançamento no espaço a 2 de Março de 2004. Mas as missões espaciais começam muito antes e esta não é excepção: a ESA aprovou-a em 1993. Este sonho tem pois mais de 20 anos.

À boleia pelo espaço
A Roseta vai agora iniciar uma contemplação científica a 100 quilómetros do seu objecto de estudo, reduzindo mais tarde a distância para cerca de 25 quilómetros. O manancial de informação obtido permitirá avançar para a segunda parte da missão, ainda mais ambiciosa: escolher o melhor local para que o módulo File, transportado na Roseta, pouse no cometa em Novembro. Imediatamente antes dessa operação nunca antes realizada na história da exploração espacial, a Roseta e o 67P estarão separados por uns meros 2,5 quilómetros. Assim que os três pés metálicos do File assentarem no cometa, serão disparados arpões que o prendam ao núcleo, evitando que fuja.

Através do File, é como se todos aqui da Terra andássemos à boleia de um cometa, espaço fora. À medida que se for dirigindo para o seu ponto mais perto do Sol — a 185 milhões de quilómetros de distância, em Agosto de 2015, ficando entre Marte e a Terra —, o cometa será cada vez mais aquecido. Os gases em torno do núcleo e a cauda característica que associamos aos cometas ganharão mais expressão. A Roseta e o File poderão estudar a composição do cometa e como se comporta com o aquecimento solar, sendo instrumentos-chave para a leitura destes restos da formação do sistema solar preservados no tempo.

“Este cometa anda meio escondido, demora cerca de seis anos e meio a dar a volta ao Sol, e o principal objectivo é ter mais conhecimentos científicos acerca da sua constituição”, referiu à agência Lusa o astrónomo Máximo Ferreira, director do Centro Ciência Viva de Constância. “Sabendo mais sobre este corpo celeste, saberemos também mais sobre os outros cometas.”

Sexta Aug 08, 2014 9:25 / netxplica.com

Sonda europeia chegou ao destino e até disse “olá” ao seu cometa
06.08.2014 - PÚBLICO.PT | NICOLAU FERREIRA


Finalmente a 100 quilómetros de distância do cometa 67P/Churiumov-Gerasimenko, a sonda Roseta que partiu da Terra há mais de dez anos começa a revelar um mundo desconhecido que nos poderá dizer muito sobre o passado do nosso sistema solar.

Acidentada, escavada, com precipícios, covas e planícies – esta é a paisagem de uma ilha de três por cinco quilómetros que viaja pelo espaço, e que vai agora ser cartografada pela sonda Roseta, da Agência Espacial Europeia (ESA). Depois de mais de dez anos de viagem, o aparelho chegou nesta quarta-feira ao seu destino, ficando a 100 quilómetros do núcleo do cometa 67P/Churiumov-Gerasimenko. Nunca nenhuma sonda esteve tão perto de um cometa, para o investigar. Os primeiros postais mostram um mundo que já está a surpreender os cientistas.

“Estivemos a aproximar-nos do 67P durante tanto tempo, é quase surreal agora estarmos mesmo lá”, confessa Holger Sierks, chefe da equipa responsável pela câmara Osíris, um dos 11 aparelhos científicos instalados na sonda. “Estamos a abrir um novo capítulo da missão. E já sabemos que vai revolucionar a ciência dos cometas”, acrescenta o investigador, do Instituto Max Planck para a Investigação do Sistema Solar, na Alemanha.

Ter um cometa como objecto de estudo é quase como fazer uma viagem no tempo. Imagine-se que se retirava um pedaço da crosta inicial da Terra e que era conservado até os humanos terem inventado poderosas máquinas para o analisar. A missão da Roseta é essa máquina mas, em vez de analisar a crosta terrestre, a sonda vai estudar um pedaço de matéria formada no início do sistema solar, há cerca de 4600 milhões de anos, que teve a sorte de nunca ter chocado contra outros pedaços maiores para assim formar os planetas.

Um dos objectivos da missão é analisar o gelo e as poeiras que constituem o cometa e procurar moléculas orgânicas. Desta forma, pode-se tentar inferir se os cometas forneceram a água e as moléculas orgânicas que permitiram o aparecimento da vida na Terra.

Desde os primórdios do sistema solar, o 67P andou a dar voltas ao Sol. Em 1959, uma aproximação a Júpiter deu-lhe uma nova trajectória e ele acabou por ser descoberto dez anos depois, por dois cientistas soviéticos que tiveram assim direito a ter os seus apelidos no nome do cometa. Passou então a girar em torno do Sol a cada 6,5 anos, fazendo uma viagem elíptica que começa um pouco para lá de Júpiter e termina a 185 milhões de quilómetros do Sol, entre a Terra e Marte.

Ao aproximar-se do Sol, a radiação solar sublima gelo do núcleo do cometa, pelo que passa directamente do estado sólido ao gasoso e produz uma cabeleira e uma cauda. Ainda assim, o 67P fica demasiado longe do Sol para poder ser visto a olho nu.

Aprovada em 1993, esta missão é o passo seguinte à da sonda Giotto, também da ESA, e que em 1986 ficou apenas a 605 quilómetros de distância do famoso cometa Halley. Lançada a 2 de Março de 2004, a sonda Roseta percorreu desde então 6400 milhões de quilómetros, deu cinco voltas ao Sol e passou junto dos asteróides Steins e Lutécia. Em 2011, a ESA pô-la a dormir e acordou-a em Janeiro deste ano, para a sua chegada ao destino final.

A partir de 7 de Maio, o aparelho utilizou propulsores para fazer dez manobras, desacelerando de uma velocidade de 775 metros por segundo para um metro por segundo em relação ao 67P, que viaja a 55.000 quilómetros por hora e encontra-se agora a 400 milhões de quilómetros da Terra, entre Marte e Júpiter.

Saudação em 23 línguas

Na sua última manobra, quarta-feira de manhã, os propulsores activaram-se durante seis minutos e 26 segundos, colocando a sonda a girar à volta do 67P, a 100 quilómetros de distância. Às 10h30 (hora de Lisboa), a equipa da Roseta, no Centro Europeu de Operações Espaciais da ESA, em Darmstadt, Alemanha, recebeu a confirmação de que a manobra tinha corrido na perfeição. “Chegámos ao cometa”, anunciou então Sylvain Lodiot, responsável pelas operações de voo. “Olá, cometa!”, leu-se depois na conta de Twitter da Roseta em 23 línguas diferentes.

Agora, inicia-se a contagem decrescente até 11 de Novembro, quando o pequeno módulo File, transportado pela sonda, for lançado para aterrar e estudar o 67P. Para isso, falta ainda muita informação. “Sabemos qual é a forma do cometa. Mas não medimos a sua gravidade e ainda não sabemos qual o seu centro de massa”, apontou Andrea Accomazzo, director de voo da missão, à agência Reuters.

Será também necessário encontrar um local plano com um quilómetro quadrado, apropriado para a aterragem do File, que depois de se libertar não pode ser comandado, mas está preparado para cair e embater no solo.

Numa das imagens captadas hoje pela câmara Osíris e divulgada poucas horas depois, vê-se o que parece ser uma pequena planície com relevo acidentado à volta. Tirada quando a sonda estava a 130 quilómetros do pedaço rochoso, nela um pixel representa 2,4 metros. “Nunca ninguém esteve tão perto do núcleo de um cometa. Vêem-se muitos pormenores”, explica Holger Sierks.

Nos próximos meses, a sonda vai continuar a aproximar-se da superfície do cometa, até estar a apenas dois ou três quilómetros, para lançar o File, que transporta dez instrumentos científicos, incluindo um que vai analisar amostras do solo. Os dois aparelhos vão estar em sintonia para fazer o retrato do cometa. Haverá, por exemplo, uma espécie de exame tomográfico para se conhecer o seu interior. Enquanto a missão do File durará entre quatro a seis meses, espera-se que a Roseta continue viva pelo menos até Dezembro de 2015, ao mesmo tempo que o cometa segue em direcção ao Sol, quando poderá ser observado em plena actividade.

Escuro como o breu devido à sua composição, com uma forma que, vista a maiores distâncias, já fez lembrar a de pato de borracha, o 67P/Churiumov-Gerasimenko deixou-nos finalmente ver a sua paisagem extrema. “A Roseta é uma missão única pelo seu objectivo científico – a compreensão das nossas origens, que é seguramente a melhor forma de compreendermos o nosso futuro”, defendeu Jean-Jacques Dordain, director-geral da ESA, citado pela agência AFP.

Inspirado na Pedra de Roseta, descoberta em 1799 e que permitiu decifrar os hieróglifos egípcios, o nome desta missão simboliza a procura de uma descodificação do passado.

Sexta Aug 08, 2014 9:27 / netxplica.com

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